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Visual da loja começa pela fachada

luisSegundo dados do Sebrae, 81% das pessoas tomam a decisão de compra no ponto de venda, quando se deparam com o ambiente da loja, as disposições dos produtos na prateleira, a iluminação, o layout. Os números reforçam a ideia de que, mesmo com o advento do comércio on line, a loja física ainda é fundamental no processo de consumo, na atração e na fidelização do consumidor.

Nesse sentido, a fachada da loja é o cartão de visitas. De nada adianta ter um vasto mix de produtos e funcionários bem treinados se a fachada da sua loja não consegue atrair os clientes para dentro dela. Seja por excesso de informação ou falta de identidade, o ponto de venda não pode deixar de ser notado pelos consumidores – ou, por outro lado, espantá-los. Artifícios e ferramentas para tornar uma fachada funcional, eficiente e que mostre a personalidade e potencial da loja não faltam no mercado. Atente-se!

CATEGORIA: GESTÃO DA QUALIDADE, INOVAÇÃO, MERCADO

Cross merchandising na Alemanha

crosssNo supermercado da rede Real localizado na cidade de Bonn, na Alemanha, a ideia é aproveitar cada espaço disponível para despertar o desejo de compra nos consumidores. Neste caso, o lugar vago ao lado do corrimão da escada rolante que separa o andar térreo do mezanino foi adaptado para abrigar um expositor de guloseimas. Uma sacada de cross merchandising daquelas, para ninguém resistir em passar a mão em umas balinhas antes de ir para o caixa.

Estudos comprovam que esta prática aumenta em cerca de 15% a venda deste tipo de produto se exposto só em seu ponto habitual de venda dentro da loja.

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Arquitetura comercial impulsiona vendas

nacional gramadoO investimento em tecnologia de ponta e automação no atendimento aos clientes nos Pontos de Venda (PDV) é uma realidade no varejo internacional e começa a chegar com tudo ao mercado brasileiro. Mas, além da instalação da tecnologia, é preciso criar uma infraestrutura adequada para acomodar as inovações em ambientes já conhecidos pelos clientes. Entra aí o desafio e as soluções da Arquitetura Comercial. “Adaptar o novo ao existente e orientar o cliente frente às novas tecnologias é uma missão para a Arquitetura Comercial, que também busca entender as novas formas de comportamento do consumidor. E passa a introduzir, em seus projetos, espaços e ambientações que geram novas experiências”, resume a arquiteta Vera Zaffari, expert no tema. É do escritório VZA l Vera Zaffari Arquitetura o projeto do supermercado Nacional na cidade de Gramado (RS), por exemplo (veja outros projetos clicando aqui).

Os ambientes no varejo devem proporcionar experiências inspiradoras ao consumidor, que busca autenticidade, conforto, praticidade e interatividade durante a compra. Nesse escopo, o investimento em Arquitetura Comercial pode contribuir para a melhoria do negócio. “Mas é preciso ter cuidado. O novo modelo deve seguir garantindo a identidade da marca e promovendo a permanência do público por mais tempo no PDV, situação que hoje compete com a experiência virtual”, ressalta Vera.

Assim, aproximar o envolvimento tátil e emocional garante pontos para o mercado varejista se destacar frente ao e-commerce. “As pessoas querem tocar, sentir, cheirar, experimentar, interagir, conviver, deixar-se encantar. É isto que faz com que uma pessoa queira ir à loja física”, afirma Vera Zaffari. Nesse sentido, o investimento em Arquitetura Comercial para o varejo pode contribuir para o avanço das vendas e garantir clientes mais satisfeitos.

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Vera Zaffari é destaque no Jornal do Comércio

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O jornalista Eduardo Bins Ely destaca as ideias de Vera Zaffari em sua coluna desta sexta-feira, 7 de março, no Jornal do Comércio (RS). O texto traça um perfil de Vera e de seu trabalho à frente da VZA Arquitetura, fala de seus gostos pessoais e de sua visão sobre o que quer o consumidor brasileiro.

Bins Ely conta um pouco da trajetória da arquiteta, as conquistas dos prêmios do PGQP em 2012 e 2013, as preferências da profissional e o destaque da VZA no mercado de arquitetura ao apostar em inovação, gestão e busca de metas para qualificar processos e atender as expectativas dos clientes.

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Deerns Corporation no Brasil

Vera Zaffari, diretora da VZA, compareceu ao evento em São Paulo (crédito VZA)

Vera Zaffari, diretora da VZA, compareceu ao evento em São Paulo (crédito VZA)

A VZA | Vera Zaffari Arquitetura marcou presença na cerimônia que deu inicio às atividades da Deerns no Brasil, através de uma joint venture com a Sistenge Engenharia, nomeada Deerns Data Centre Design S.A..O evento ocorreu quinta-feira, 06/02, em São Paulo.

A nova empresa já iniciou seus primeiros projeto. O primeiro a ser desenvolvido, será uma concepção tendo em vista a demanda de projetos qualificados de design e desenvolvimento de data centers com eficiência energética no mercado brasileiro.

A Deerns Corporation é uma empresa holandesa com atuação internacional especializada em projetos e serviços de instalações de data centers com experiência em mais de 100 projetos implementados em várias regiões do mundo. Seu foco é desenvolver projetos de datacenters sustentáveis tendo desenvolvido muitas soluções inovadoras para seus clientes e que agora são usadas como soluções comprovadas de resfriamento em vários datacenters.

O vídeo abaixo apresenta alguns projetos executados pela companhia (em inglês):

CATEGORIA: INOVAÇÃO, SUSTENTABILIDADE

Varejo sustentável: o case da rede de supermercado U

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O case do Supermercado U é um sucesso no quesito de sustentabilidade em grandes redes de varejo. Para o conglomerado francês, a preservação do meio ambiente começa desde a construção das lojas. Projetar prédios que consomem menos energia e água, e que são melhores integrados em seu ambiente, se tornou uma prioridade para a marca. Por isso, as unidades U têm investido em diferentes técnicas para reduzir consumo de energia, potencializar fontes renováveis e estimular o cuidado com o Meio Ambiente.

Para reduzir o consumo de energia na produção de frio – já que a refrigeração de produtos frescos como carnes e frios utiliza muita energia – o Super U de Machecoul tomou duas medidas:

  • Utilização de cortinas noturnas que impedem a passagem de luz para unidades de refrigeração durante à noite e aos finais de semana,  que assim poupam energia quando o estabelecimento se encontra fechado.
  • Instalação de armários de congelados com portas – que abrem e fecham – para reduzir a produção de frio.

Ao combinar estas duas técnicas, a loja diminuiu seu gasto de energia em 11% no primeiro ano!

Energia renovável

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(Crédito Dilvulgação)

Além da economia no processo de refrigeração, os novos operadores da rede procuram reduzir o consumo total de energia no próprio projeto das unidades. Para fazer isso, eles usam diferentes técnicas como clarabóias que permitem que a loja use luz natural em vez de luz elétrica; bombas de calor que extraem calor armazenado no ar e no chão para criar uma energia limpa; e Iluminação eficiente de energia. A coleta da água da chuva também são processos incentivados nos projetos dos mercados, já que essa é uma forma eficaz de solucionar a escassez de água.

Já certas unidades preferem trabalhar com energia solar. As superfícies dos telhados dos estabelecimentos, por exemplo, permitem uma grande produção de energia limpa. Um case desta escolha é o Super G Prissé em Saone et Loire, que instalou em seus telhados 2500m2 de painéis solares,garantido a produção de 125,00 KW por ano.

Para o dono da unidade, a medida parecia óbvia: “Ao criar a loja, eu decidi alugar o telhado à uma empresa especializada na instalação de células fotovoltaicas. Assim, o telhado da loja produz energia vendida a EDF (companhia elétrica francesa), que depois a redistribuí na região. Ou seja, a abordagem é ecológica e econômica. Por que não participar do nascimento de uma energia limpa e renovável se temos a oportunidade de fazê-la?”?

O exemplo do Hyper U Les Arcs em Argens

Com esses investimentos, o Hyper U Les Arcs em Argens consome em média 30% menos energia e 50% menos água do que uma loja padrão

O Hyper U Les Arcs em Argens consome em média 30% menos energia e 50% menos água do que uma loja padrão (Crédito Dilvulgação)

O Hyper U Les Arcs, além de todas técnicas já citadas acima, cumpre os mais recentes métodos para limitar o impacto da loja sobre o meio ambiente. Esta loja tem um baixo consumo energético como as outras, mas também foi construída para integrar-se melhorem seus arredores e limitar o seu impacto sobre a fauna e flora locais.

Durante a construção desta unidade, um estudo realizado por uma empresa especializada em sustentabilidade identificou as várias espécies de flora e fauna, além de apontar recomendações para preservá-los. Neste contexto, uma parceria foi iniciada com a Liga para a Proteção das Aves e as associações ambientais locais.

Quase 10 anos de planeamento foram necessários para desenvolver este projeto, que irá receber certificação HQE (sigla de Haute Qualité Environnementale, Alta Qualidade Ambiental em português). Esta é uma certificação emitida pela Associação HQE a edifícios com elevado desempenho ambiental. O Hiper Les Arcs em Argens ganhou essa distinção através de planeamento e investimentos em eco-construção, ecogestão, conforto e saúde. Esta certificação tem altas exigências e corresponde a um desempenho da geral loja na preservação do meio ambiente.

Informações retiradas do original em francês.

CATEGORIA: AÇÃO SOCIAL, INSTITUCIONAL, Pessoas e Equipe VZA

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Em 2013 a Vera Zaffari Arquitetura | VZA realizou uma série de ações sociais solidárias, entre elas a campanha do agasalho (para a qual foram arrecadados 100kg de roupas), a pintura da Vila Gaúcha (ação dos Parceiros Voluntários) e a ação de natal com entrega de 184 presentes para crianças atendidas pela Associação Beneficente Santa Zita de Lucca.

Nesse post, a VZA gostaria de agradecer especialmente a participação de nossos parceiros e amigos. A confiança depositada em nós e a força da solidariedade são motivos para que em 2014 possamos fazer ainda mais.

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Liderando a matilha: estratégias para se destacar dos competidores – NRF

Vera Zaffari, diretora da VZA, participa da Retail`s Big Show 2014 em Nova York.

Vera Zaffari, diretora da VZA, participa da Retail`s Big Show 2014 em Nova York (divulgação VZA)

A diretora Vera Zaffari está em Nova Iorque acompanhando os keynotes e as palestras mais importantes do Retail’s Big Show 2014 da National Retail Federation (NRF), que acontece em Nova Iorque. A arquiteta também visitará empresas varejistas internacionais em busca de inovações e tendências do mercado para futura implementação em projetos arquitetônicos da VZA | Vera Zaffari Arquitetura. Em uma série especial de posts da NRF, vamos publicar apontamentos e informações da diretora sobre os principais tópicos da feira.

“A palestra Liderando a matilha: estratégias para se destacar dos competidores inicia a maior feira de varejo do mundo com um painel onde empresas brasileiras como Chilli Beans e Puket contam suas estratégias mostrando a importância de fazer diferente, inovar, quebrar paradigmas para atingir novos mercados e buscar o reconhecimento internacional. É o Brasil fazendo bonito lá fora”

Vera Zaffari

As palestras do primeiro dia da NRF reuniram diversos empreendedores e varejistas de perfis diferenciados. Os empresários, de todos os lugares do mundo, apresentaram cases de sucesso em diversos setores do varejo. A primeira na agenda da VZA foi Leading the Pack: Strategies to Outperform Your Competition (Liderando a matilha: estratégias para se destacar dos competidores em tradução livre). Na programação, ao lado de outros empresários brasileiros, Claudio Bobrow (Puket) e Caio Maia (Chilli Beans) apresentaram seus currículos e experiências no mercado varejista nacional.

Claudio Bobrow da Puket

Claudio Bobrow da Puket (divulgação NRF)

Claudio Bobrow expôs a trajetória da Puket, marca especializada em meias e vestuário íntimo que tem lojas espalhadas internacionalmente, de acordo com o ministrante “Estão sempre abertos a receber feedback e investem bastante nas lojas pois é aí que o cliente toma contato com a marca”.

A indústria familiar esta à 70 anos no mercado e considera que a base do trabalho são os funcionários, já que a empresa produz internamente seus produtos. O investimento para melhorias nas lojas próprias nos últimos anos aumentaram em 20% as vendas. No setor de responsabilidade social, a empresa recolhe meias usadas e as transforma, após um cuidadoso processo de reciclagem, em cobertores para a população carente.

Caio Maia da Chilli Beans

Caio Maia da Chilli Beans (divulgação NRF)

O empresário Caio Maia, fundador da Chilli Beans, contou sua trajetória pessoal, que passou de vendedor informal de rua (“muambeiro” como ele se definiu na palestra) até dono de uma rede nacional de armações para óculos. O diferencial do sucesso foi Maia assumir e investir em seu negócio, instalando quiosques em shoppings de todo Brasil. Após o sucesso alcançado com os quiosques, a rede foi “pressionada” a investir mais e trocar o modelo por lojas convencionais. A marca inclusive, inaugurou uma loja conceito na badalada Oscar freire (em São Paulo) em 2013.

A Chilli Beans está plantando seu nome nas gerações Y e Z, pois as gerações baby boomers e X ainda associam valor a marcas como Rayban. Com uma operação que envolve a compra de várias marcas menores, a inspiração do negócio vem do México e Tailândia. Atualmente a rede já tem 40 lojas fora do Brasil e pretende expandir o contigente para 400 unidades no estrangeiro. A empresa faz sua parte na área de responsabilidade social reciclando óculos.

CATEGORIA: MERCADO, Varejo

Lojista gaúchos em NYC

A participação da Vera Zaffari Arquitetura na 103ª Convenção da National Retail Federation (NRF), maior feira de varejo do mundo, é destaque em nota publicada no Correio do Povo de hoje. A nota também cita outros membros da comissão gaúcha em Nova York para visitar a feira.

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